Salmo:119.165;

Salmo:119.165; Grande paz têm os que amam a lei de Deus; para eles não há tropeço.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

COMO ENCONTRAREMOS UMA FAMÍLIA?



Somos desafiados a tentar explicar o significadoreal das palavras quando estas emergem das Escrituras. Há um desviointencional, uma ideia paralela aos conceitos definidos por Deus. Mesmo quepercebam que há algo errado entre as aspirações mais legítimas de nossos corações e os conceitos lançados,aceitamos a realidade que nos envolve como possível. Neste contexto se encontram as palavra:família. Convivemos com “famílias” em que identificamos algo em desacordo com nossos ideais. Convivem essas famílias com adultério,desrespeito, má fé, mas chamamos a “isso” de família. Pode aparentar supervalorização do tema ouromantismo, mas realmente é um desafio adequar à realidade percebida aosconceitos mais simples e objetivos do que pretendemos por família... e osresultados corroboram com esse escândalo ou desajuste conceitual.Os conceitos e princípios seculares em nadacontribuem para melhoria do caos familiar que conhecemos, apenas garantem o desastre. Mais grave éque os salvos já aderiram aos “ideais” da família sem Deus, não apenas conceitualmente, mas vivem na prática valores praticados pelo mundo.O que as Escrituras nos fornecem é suficiente paraconstruirmos uma base sólida sobre o tema, para que não nos afastemos nem paradireita, nem para esquerda. Eis um “breve sumário” dos princípios de Deus parao casamento e família. UNIDADE No v. 18 lemos que a solidão de Adão não era boa. Estamos diante de uma afirmação divina: anecessidade da mulher para que homem e mulher sejam plenos, complementem-semutuamente e glorifiquem a Deus. O relato da criação da mulher a partir de Adão garante-nosser ela é a extensão do próprio homem, complementar. Não é sem propósito que àmulher designa-lhe “auxiliadora”. No v. 23 Adão compreende a unidade homem e mulher,e nos garante um texto que atravessa séculos, apesar de deturpações: ”osso de meuosso, carne de minha carne”, exprime o mais absoluto princípio da unidadehumana. Instituído por Deus o núcleo da perpetuação davida humana. É isso que nos ensina o Senhor com ossos de meusossos e carne da minha carne.Assim, dois princípios do casamento instituído porDeus: 1)     Monogâmico, ou seja um homem para uma mulher. 2)    Heterossexual, ou seja exige que as pessoas envolvidas sejam desexo diferente. SANTIDADE O v. 25 complementa:  “estavam nus e não se envergonhavam”. Simultâneaa esta leitura devemos ler Gn 3.7, o primeiro relato após o pecado, que diz: “abriram-seos olhos de ambos; e percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira efizeram roupas para si”. O pecado que antes se ofereceu tentador e libertadormostrou-lhes sua face de crueldade, deles foram retiradas as condiçõesoriginais, agora buscavam em si mesmos a solução para “liberdade do pecado”. Nãomais dispunham da condição de santidade original, produto da criação. Sim, oprimeiro casal da humanidade fora criado em santidade.Unidos e em santidadegozavam da comunhão com o SENHOR. 1)    Santo, ou seja livre dapenalidade do pecadoO PECADO& A FAMÍLIA PERDIDA Há o relato do pecado: Adão transgrediu, caiu emmaldição, separou-se do autor da vida. O v. 24 diz que o homem foi expulso do paraíso efoi privado da vida eterna. Em Gn 6.5 lemos que nos dias de Noé a maldadeprogrediu sobre a terra e toda humanidade em oposição a Deus construiu suaprópria saga.  A família criada por Deus no Éden perdeu-se nahistória humana. Como reencontraremos a família criada no Éden?

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