Salmo:119.165;

Salmo:119.165; Grande paz têm os que amam a lei de Deus; para eles não há tropeço.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Um anseio legítimo – a morte para o cristão



Embora, de fato, todo cristão, deva lutar pela preservação da vida, isso não quer dizer que ele não possa desejar partir e estar com Cristo. O apóstolo Paulo é um exemplo disso. A sua vida foi marcada por grande sofrimento em favor do Evangelho (1Co 11.16-33). Ele estava preso quando escreveu aos filipenses e, ao que parece, percebia que o final de sua carreira se aproximava. É possível que ele estivesse se sentindo cansado, desejando que o fim logo chegasse para que pudesse descansar. O apóstolo não estava pensando somente em si mesmo, visto que declara estar constrangido e dividido, pois, de um lado, desejava partir e estar com Cristo, o que era incomparavelmente melhor, mas de outro, desejava permanecer para auxiliar seus irmãos. Paulo diz que para ele o viver é Cristo e o morrer é lucro. Isso é verdade para todo crente. A morte, para todo crente, deixa de ser um inimigo, pois Cristo, por meio de sua morte e ressurreição, destruiu o poder da morte. Para o crente, morrer é lucro, pois implica em descansar na presença do Salvador. As Escrituras falam da morte do crente de um modo bastante consolados. Hendriksen destaca que:   A morte do crente é ‘agradável aos olhos do Senhor’ (Sl 116.15); É ‘ser levado pelos anjos para o seio de Abraão’ (Lc 23.43); É ‘habitar na casa de muitas moradas’ (Jo 14.2); É ‘uma bem aventurada partida’ (Fp 1.23; 2 Tm 4.6); É ‘estar presente com o Senhor’ (2 Co 5.8); É ‘lucro’ (Fp 1.23); É algo ‘muitíssimo melhor’ (Fp 1.23); É ‘dormir no Senhor’ (Jo 11.11; 1 Ts 4.13)”. Considerando as propriedades benfazejas da morte para o crente, não é errado o crente desejar fazer parte do rol de membros da igreja triunfante. Esse é um desejo legítimo.  Fonte: Revista “Nossa Fé” A Igreja e o Mundo, fls47 ECC. Autor: Valdemar Alves da Silva FilhoUm Canal Reformado! Sempre reformando!

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