Salmo:119.165;

Salmo:119.165; Grande paz têm os que amam a lei de Deus; para eles não há tropeço.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

A Aliança do Começo


Palavra de Deus ao Homem (Gn 3.17-19)A Palavra ao homem contém também benção e maldição. Na medida em que Deus introduz se comprometimento de aliança para redimir um povo para si mesmo, ele pronuncia simultaneamente as maldições da aliança da criação.A benção se acha no fato de que o homem comerá pão (Gn 3.17) O sustento essencial à manutenção da vida será provido. O caráter gracioso dessas palavras simples não deve ser desprezado. Já a maldição da morte pirava sobre o homem pecador. Ele trouxera toda criação sob a maldição, e por isto merecia morrer. Todavia, Deus graciosamente promete sustentar-lhe a vida. Provisão adequada de alimento o manterá, de sorte que os propósitos e Deus de redimir um povo para si mesmo podem ser realizados.Essa provisão graciosa de Deus caracteriza a totalidade da história do homem, desde o primeiro dia do seu anúncio até o presente. A referência de Jesus a Deus que faz com que a sua chuva caia sobre justos e injustos testifica a favor da consistência da graça comum de Deus (Mt 5.45).Mas a maldição está envolvida. " No suor do rosto comerás o teu pão..." (Gn 3.19) O esforço de auto-sustento do homem será desfigurado pelo excessivo trabalho. A maldição do homem não reside na exigência de que ele trabalhe. O trabalho também coroou o pacto da criação entre Deus e o homem. Pelo contrário, a maldição do homem reside na excessiva exigência do trabalho para que a terra produzisse.A maldição máxima do homem consigna-o à sepultura:Porque tu és pó e ao pó tornarás" (Gn 3.19) A aliança da ameaça da criação encontra cumprimento sombrio na dissolução do homem. Adão foi criado para governar a terra. Agora o pó da terra o governará.Em conclusão, pode-se notar alguns aspectos desse pacto original entre Deus e o homem em pecado. Esses pontos enfatizam particularmente a relação orgânica dessa aliança com toda aliança que se segue.Primeiro de tudo, pode-se notar a operação contínua das estipulações no reino da graça comum de Deus. Se esses versículos, como tem sugerido a mente incrédula do homem, foram escritos como uma história para explicar porque as serpentes rastejam, eles devem, na verdade ter sido compostos por um gênio. Porque com todo refinamento da vida moderna, os princípios afirmados nesses breves versículos continuam a caracterizar a existência total do homem. Ainda hoje, a uta básica da humanidade envolve a questão de prover pão, aliviar dores, executar trabalho, gerar filhos e tratar com a inevitabilidade da morte.Em segundo lugar, as palavras de Deus pronunciam a história subsequente da redenção. Em relação orgânicas com todas as ministrações da aliança da redenção, esses versículos antecipam tanto o método pelo qual a redenção deve ser cumprida, como o ministério de aplicação da redenção.No devido tempo, nasceu um homem representativo. Esse homem Único entrou em conflito mortal com satanás. Conquanto ferido ele mesmo, destruiu, não obstante, o poder de satanás. Por meio dessa luta, consumou a redenção.Alguns homens respondem em fé a provisão graciosa de salvação de Deus e acham libertação da corrupção do pecado. Outros continuam na obstinação de seus corações como inimigos de Deus.Por que alguns recebem o evangelho de Cristo, enquanto outros rejeitam o conhecimento do Salvador? A resposta final a essa questão encontra-se na distinção entre os homens, feita  por esses versículos. Deus coloca, soberanamente, inimizade contra satanás no coração de alguns. Esses indivíduos representam a semente da mulher. Outros continuam em sua condição de decaídos. Esses representam a semente de satanás. O progresso na história do programa de Deus para redimir um povo pode ser traçado ao longo da linha de inimizade entre essas duas sementes.Finalmente essa aliança com Adão antecipa os propósitos de Deus na redenção. A exigência no sentido de trabalhar ecoa o mandado cultural original da aliança com o seu encargo de trazer toda a terra à sujeição para a glória de Deus.O alvo último da redenção não será alcançado puramente por uma volta aos princípios prístinos (antigos) do jardim. Uma nova imagem do paraíso surge na escritura- a imagem de uma cidade- um centro pleno de atividade e animação para os redimidos.Esta consumação gloriosa focaliza a redenção do homem no contexto das suas potencialidades totais. Na inteireza de uma criatura feita à imagem de Deus, o homem será trazido à redenção pela visualização da plenitude das possibilidades ao seu alcance.Todavia, a esperança do futuro permanece selada em certeza. Porque agora vemos Jesus coroado de glória e honra. Sentado à mão direita de Deus, ele tem todas as coisas sujeitas a si mesmo (Hb 2.8,9) da sua exaltada posição de poder, ele finalmente trará todas as coisas ao serviço dos homens que tem sido por ele redimidos para a glória de Deus.O'Palmer RobertsonFonte: O Cristo dos Pactos, Ed. Cultura Cristã.

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