Salmo:119.165;

Salmo:119.165; Grande paz têm os que amam a lei de Deus; para eles não há tropeço.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

ISAÍAS 1,13-14


Comentários Isaías 1,13-14: “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer”. Calvino – Institutas, Livro III: A JUSTIÇA SALVÍFICA, RESULTANTE DA FÉ E APRESENTANDO UM CORAÇÃO REGENERADO É TOTALMENTE ALHEIA AOS HIPÓCRITAS E AOS CRISTÃOS NOMINAIS, CUJAS OBRAS, CORRUPTAS E MÁS, SÃO SEM VALOR À VISTA DE DEUS Significa que o Senhor sente tanta náusea pela observância de sua Lei? Na realidade, ele aqui não despreza a verdadeira e pura observância da lei, cujo princípio, ensina ele por toda parte, é o sincero temor de seu nome. Uma vez prescindido esse temor, tudo quanto lhe é oferecido não só será vaidade, mas também imundícia, hediondez e abominação. Que agora os hipócritas se vão e, retendo oculta no coração sua depravação, diligenciem por merecer a graça de Deus com suas boas obras! Com efeito, desse modo haverão de o irritar ainda mais. Provérbios 15,8: “O sacrifício dos perversos é abominável ao SENHOR, mas a oração dos retos é o seu contentamento”. Perversos, acima, é referido a religiosos hipócritas e cristãos formais, apegados à sua justiça própria e às suas obras. Calvino não está aqui se dirigindo a ateus e a descrentes, mas aos religiosos cristãos que colocam suas obras como mérito para a salvação. Concluímos, pois, sem qualquer dúvida, o que deve ser por demais corriqueiro àqueles que são medianamente exercitado nas Escrituras, que mesmo as obras que são evidentes aos olhos dos homens que ainda não são verdadeiramente santificados, mui longe estão de constituir justiça diante do Senhor, o qual as considerará como pecado. E daí, com muita verdade falaram aqueles que ensinaram que a graça de Deus não se concilia à pessoa mediante obras; mas, ao contrário, as obras agradam a Deus quando a pessoa antes acha favor à vista dele. E cumpre observar-se religiosamente esta ordem à qual a Escritura nos conduz pela mão. Moisés escreve que o Senhor atentou para Abel (primeiro) e para suas obras (depois). Gênesis 4.4: “Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua oferta”. Vês como Moisés demonstra que Deus se fez propício aos homens antes de contemplar suas obras? E a ordem da Escritura é esta: 1 - Primeiro a justificação, depois as boas obras preparadas por Deus: Efésios 2,10: “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas”. 2 – Primeiro Deus nos ama e somente depois podemos amá-lo: 1 João 4,19: “Nós amamos porque ele nos amou primeiro”. 3 – O que é o amor? Nós tínhamos amado a Deus? 1 João 4,10: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados”.

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