Salmo:119.165;

Salmo:119.165; Grande paz têm os que amam a lei de Deus; para eles não há tropeço.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Uma ordem justa - Seus bens como um bem comum



“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes”. Atos 4.32-34.Por vezes confundimos a passagem acima como um ato político, voltado ao comunalismo ou comunismo, muitos alegam que o texto ordena para que distribuamos tudo que temos com aqueles que nada tem.A conversão em Atos dos Apóstolos fez com que aqueles que eram abastados auxiliassem os mais necessitados, um ato voluntário, e não obrigatório, proporcional a real necessidade de cada um!A comunidade não pode ser confundida com comunalismo, pois o comunalismo passa ao governo civil todo controle que seria de uma comunidade voluntária, posteriormente havendo uma repartição teoricamente igual.O pensamento econômico calvinista contesta a idéia de repartição igual e a venda dos bens particulares, tendo em vista não ser esta um regra geral.Mas dispor da propriedade a serviço de outrem – proceder com discernimento segundo saiba que alguém está necessitado, uma ordem justa, meio termo entre comunalismo e individualismo, não tendo os bens para si próprio, nem defraudando pobres, com juros excessivos, mas, repartir com moderada dispensação, tratando seus bens como um bem comum.“Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum.” Atos 2.44Fonte: Pensamento Econômico e Social de João Calvino – André BielerPor: Carlos Reghine

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