Salmo:119.165;

Salmo:119.165; Grande paz têm os que amam a lei de Deus; para eles não há tropeço.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Prova que o "Livre-Arbítrio", não existe.


Comentário de Lutero sobre o estudo de Erasmo acerca de textos que negam o “Livre-arbítrio” Nesta serie, de postagens, postarei os ditos de Martinho Lutero retirado de seu livro, “Nascidos Escravos”, publicado pela a editora Fiel. Sobre a negação do "Livre-Arbítrio". Espero que nos ajude e em muito algumas explicações deste reformador que revolucionou o cristianismo, que tornou para a "Sola a Scriptura. Argumento 1 Gênesis 6.3 “O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal” Em primeiro lugar, você argumenta que a palavra “carnal”, neste verso, significa a fraqueza humana. Todavia, o sentido deste termo é o mesmo de 1 Coríntios 3.1-3, onde Paulo chama os coríntios de “carnais” ou “mundanos”. Paulo não está se referindo à fraqueza, mas à corrupção. No trecho citado, Moisés está se referindo a homens que se casavam movidos por mera concupiscência, os quais estavam enchendo a terra de violência, a ponto de o Espírito de Deus não mais suportá-los. Você observará que, nas Escrituras, sempre que a palavra “carne” é contrastada coma palavra “espírito”, ela significa tudo aquilo que se opõe ao Espírito de Deus. Somente quando a palavra “carne” é usada isoladamente é que se refere ao corpo físico. À vista disto, essa passagem tem o seguinte significado: “Meu Espírito, que está em Noé e em outros homens santos, repreende os ímpios através da Palavra pregada, e através de suas vidas piedosas. Porém, isso é inútil, pois os ímpios estão cegos e endurecidos pela carne; e quando mais são julgados, piores se tornam”. Isto sempre acontece, e é obvio que se os homens vão de mal a pior, mesmo quando o Espírito de Deus opera entre eles, então são totalmente impotente sem o Espírito. O “livre-arbítrio” não pode fazer nada além de pecar.  Em seguida, você nos informa que o texto não se refere a todos os homens, mas somente àqueles que viveram naquela época. Mas, tal interpretação não é valida, pois Cristo afirmou acerca de todos os homens: “O que é nascido da carne, é carne...” (Jo 3.6). E Jesus acabara de sublinhar a seriedade dessa condição, ao dizer: “Se alguém não nascer de Novo, não pode ver o reino de Deus” (Jo 3.3). Por fim, você assevera que o texto não salienta o juízo de Deus, mas a sua misericórdia. Porém, tudo quanto você precisa fazer é ler o que vem antes e depois do texto, Não pode haver dúvida de que estas são as palavras de um Deus indignado. Portanto, esse texto se opõe ao “livre-arbítrio” e demonstra que no homem não há poder para fazer o bem, mas somente para merecer o juízo de Deus. Fonte: Nascidos escravos – Martinho Lutero, p.89-90. Ed. Fiel 

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